domingo, 11 de novembro de 2012

DICAS 4a. AE

Alunos,

Como vocês sabem, estou desde ontem no quartel. Ainda assim, dá tempo de ajudá-los na revisão. Sugiro que vejam alguns dos temas abaixo e estudem os tempos modos verbais (entregues no RESUMÃO). 

Aí vão algumas dicas:

1. PRESSUPOSTOS

 Pressupostos – são ideias expressas de maneira explícita (clara), que surgem a partir do sentido de certa palavra.
Ex.: “O aluno ganhou o seu terceiro notebook na prova do SAERJ”.
# O que a palavra “terceiro” pressupõe?
Resposta: Que o aluno já ganhara outros 2 antes.

LEMBRE-SE: O pressuposto é explícito porque advém de uma palavra específica. Quando não há nenhuma palavra que indique uma informação, mas conseguimos interpretá-la através do contexto, chamamos de subentendido. 
Exemplo: “O aluno ganhou notebook na prova do SAERJ de novo!!!”
# O que está subentendido nesta fala dita em tom de indignação?
Resposta: Que a pessoa sente uma certa inveja com a conquista do outro.

QUIZ I (RESPONDAM NOS COMENTÁRIOS)

1. Identifique as informações pressupostas nas frases abaixo:
a) “Capital da Líbia volta a ser bombardeada”
b) “Estado do Rio registra primeiro caso de dengue tipo 4”
c) “Para Ronaldinho Gaúcho, proposta do Flamengo foi a melhor”
d) “Botafogo ainda não definiu treinador”
e) “Abel Braga volta a treinar o Fluminense”
f) “Vasco busca título inédito da Copa do Brasil”


2. 
a) “Você gostaria de ir ao cinema comigo qualquer dia?” (rapaz abordando uma moça numa festa)
b) “E você é simpático” (mulher respondendo a um elogio feito por um admirador que a chamou de bonita)
c) “A bolsa da senhora está pesada?” (um rapaz)
d) “Você tem horas?” (um homem apressado)
e) “Filho, leve o guarda-chuva” (mãe)

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Êxodo de ideologias




Temos muitos talentos no Primeiro Ano. Esse talento se traduz em vídeos, textos, poemas e atitudes de vocês que sempre se doam. O texto abaixo é um exemplo. Curta.



Êxodo de ideologias
Afinal, o que é a crença?
Penso que seja aquela que nos faz acreditar no impossível
Que nos faz acreditar em alguém, esquecendo toda a desavença
Mas, como todas as coisas, ela pode se mostrar falível
Ela é um simples sistema,
Que nos faz ter um forte vínculo
Mas quando ela termina é um grande problema,
E tal problema, nos faz refletir: “Como pude ser tão ridículo?”
Crer que o amor é eterno e que a vida é um mar de rosas
Que elogios eram de coração, e palavras eram sinceras
Que nossas brincadeiras, fossem brincadeiras amorosas
E tudo aquilo, era uma linda primavera
Não compensa continuar acreditando nessas besteiras
Ficar vivendo de medíocres lembranças
É hora de limpar toda essa sujeira,
Planejar certas mudanças
Planejar um êxodo de ideologias do meu coração,
Parar de acreditar e de me apaixonar tolamente,
Vou conviver com o amor só por educação,
Parei de me preocupar, só vou seguir em frente.




domingo, 28 de outubro de 2012

Os (des)caminhos dos gêneros publicitários

Os gêneros publicitários são comuns em nossa rotina, pois somos constantemente bombardeados por anúncios, panfletos, outdoors, comerciais de tv, emails, dentre outras modalidades. Nesse sentido, nada mais coerente do que estudarmos esses gêneros, reconhecer seus recursos persuasivos e compreendermos o contexto sócio-histórico em que surgem.

Já estudamos, em sala de aula, a história e as características da publicidade. Agora, proponho uma ampliação desses conhecimentos através da reflexão sobre a relação entre publicidade, capitalismo e sociedade de consumo.

Somos cada vez mais impelidos a adquirir bens de consumo que surgem no mercado de forma rápida e descontrolada. Além dos textos lidos sobre consumismo, vejam o vídeo abaixo, que representa o modo como tais bens são diponibilizados no mercado e porque cada vez mais acabamos nos obrigando a consumi-los. O nome desse fenômeno vem sendo conhecido como OBSOLESCÊNCIA PROGRAMADA. Confiram e comentem! Vamos debater sobre o assunto para que saiam, depois, bons artigos de opinião.

http://www.youtube.com/watch?v=sfsc0bvKz1M




Outras informações sobre a publicidade no link:

http://www.slideshare.net/renatofrigo/a-historia-da-propaganda-no-mundo


quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Coerdeiro ou co-herdeiro? A infinita discussão

Olá, caríssimos!!

Intrigada com um problema que surgiu em sala de aula a respeito da palavra "coerdeiro", pesquisei em muitos materiais e sites para dar uma resposta pontual a vocês. Os materiais, desde gramática a dicionários, parecem não estar de acordo quanto ao emprego do hífen nas palavras que utilizam o prefixo "co"+h. Assim, descobri o seguinte:

Achei uma notícia que dizia que a Acadêmia Brasileira de Letras havia alterado o acordo original quanto ao prefixo "co", que, mesmo com h, deveria ser usado sem hífen.

ttp://educacao.uol.com.br/dicas-portugues/ult2781u920.jhtm

Não satisfeita, entrei no site da Acadêmia Brasileira de Letras, que regula todas essas formalidades e define o padrão brasileiro e procurei no dicionário online a palavra "coerdeiro"', encontrando-a, ao passo que não encontrei "co-herdeiro".


Ou seja, como é a ALB que regula a manutenção do vocabulário português brasileiro, devemos escrever "COERDEIRO", sem hífen.


Espero ter ajudado.


Att,

Ten Lorena

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA

Minhas cabecinhas engenhosas,



Segue um link para o Manual da Reforma Ortográfica, produzido por Dolglas Tuffano, pela editora Melhoramentos.

http://educampoparaense.org/site/media/download_gallery/Guia_Reforma_Ortografica_Melhoramentos.pdf


Salvem o arquivo no PC, pois vão usá-lo com frequência.


Ten. Lorena

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