1. Qual o tipo de intertextualidade presente no texto?
2. Quais elementos do texto podem ser identificados como elos de intertextualidade com o texto base?
3. A menina perde a fita verde inventada. Como poderia ser interpretada esta passagem dentro do conto?
4. Como você entendeu as duas últimas frases do texto? O que significa "demasiado ausente a não ser pelo frio e tão repentino corpo"?
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quarta-feira, 14 de agosto de 2013
quarta-feira, 3 de julho de 2013
DICAS AE
Olá, pessoal!
Aqui vão algumas dicas para a realização da AE. É claro que, para quem estudou, é apenas um bônus. Para aqueles que não estudaram durante o bimestre, fica difícil recuperar todo o conteúdo em pouco tempo. Mesmo assim, aí vai:
Transposição de texto - Discurso direto para discurso indireto
Aqui vão algumas dicas para a realização da AE. É claro que, para quem estudou, é apenas um bônus. Para aqueles que não estudaram durante o bimestre, fica difícil recuperar todo o conteúdo em pouco tempo. Mesmo assim, aí vai:
Transposição de texto - Discurso direto para discurso indireto
- Lembrem-se: discurso direto é em 1ª pessoa, enquanto o indireto é em 3ª pessoa. Por isso, no dicurso indireto usamos mais o pronome ele/ela(s);
- Prestem atenção no uso dos verbos, no discurso indireto eles ficam no passado.
- Eliminem marcas da oralidade (já discutidas em sala);
- Principalmente: cuidado para não modificar os sentidos do texto usando palavras erradas.
Colocação Pronominal
São muitas regras, todas estão descritas no caderno, mas, em geral, podemos salientar as mais importantes:
- No Brasil, preferimos á PRÓCLISE, mas ela não pode iniciar orações!
- Todos os elementos gramaticais (palavras que não tem sentido sozinhas) - conjunções, advérbios, preposições, pronomes retos, atraem o pronome (próclise). Ex. Não me chame. ( o me foi atraído pelo advérbio de negação NÃO).
- A mesóclise só é obrigatória em um caso: quando um verbo no tempo futuro iniciar a oração. Ex. Ver-te-ei mais tarde (correto). Isto porque o verbo no futuro não admite ênclise (verei-te - errado), assim como início de oração não admite próclise (te verei - errado).
- Com os pronomes LHE e O/A, lembrem-se de que LHE funciona como objeto indireto (Dei-lhe um presente (dei a ele) ou como pronome oblíquo referente à forma VOCÊ (Você sabe que LHE quero bem e NÃO: Você sabe que TE quero bem - errado);
- Para o pronome reto TU, usamos o oblíquo TE.
ACENTUAÇÃO
Simplesmente, lembrem-se dos macetes:
- Paroxítonas: PS EIS UM LINURXÃO
- Oxítonas: AE, O DITONGO, parabÉNS EM!
- Os acentos diferenciais: tem/têm, vem/vêm
FUNÇÕES DA LINGUAGEM
São apenas seis! Estudem pelo livro.
Aqui no blog tem um link sobre isso.
LEITURA E INTERPRETAÇÃO
- Gênero reportagem: Não tem uma tese e sim um assunto de interesse público, não necessariamente inédito;
- Pode apresentar opiniões através do uso de adjetivos e expressões, embora de forma aparentemente neutra (nenhum texto é neutro!);
- Estudem o capítulo que fala sobre isso no livro!
- Lembrem-se que em quesito de leitura, a única estratégia realmente eficiente é a ATENÇÃO e RELEITURA das alternativas e do texto em cada momento de dúvida.
ESTUDEM!!!!
E... BOA PROVA.
quinta-feira, 7 de março de 2013
A VÍRGULA
Para separar os nomes de lugar, nas datas:
● São Paulo, 25 de fevereiro de 2006.
Para separar termos que desejamos realçar:
● O dinheiro, Jaime o trazia escondido nas mangas do paletó.
Para separar palavras da mesma classe:
● A casa tem três quartos, dois banheiros e três salas.
● No sistema solar existem planetas, satélites e asteróides.
Para separar todas as palavras repetidas:
● Mulheres, mulheres, mulheres, quantas mulheres!
Para indicar a omissão de verbos facilmente verificados:
● Carmem ficou alegre; eu, (fiquei) muito triste.
● Eu trabalho com fatos; você, (trabalha) com boatos.
Para separar ou isolar o aposto:
● Brasília, Capital da República, foi fundada em 1960.
● Iracema, a virgem dos lábios de mel, tinha os cabelos negros.
Para isolar o vocativo: Filho meu, onde estás? / E agora, José?
Para separar orações adjetivas explicativas.
Emprega-se a Vírgula:
Para separar as orações que interrompem o discurso direto:
● Vem cá, Eugênia, disse ela, cumprimenta o Doutor Brás Cubas, [...].(M. de Assis)
► Havendo ponto de interrogação ou de exclamação, muitos autores, dispensam a vírgula: — Travessa? Disse eu. Pois já não está em idade própria, ao que parece. (M. de Assis)
► Modernamente, prefere-se o travessão para isolar essas orações esclarecedoras das intervenções dos interlocutores, nos diálogos, antes dos verbos: dizer, perguntar, responder, exclamar e tantos outros (conhecidos como verbos dicendis): Amém – murmurou Tibério automaticamente.
Para separar palavras e expressões de natureza, explicativa, continuativa, conclusiva, retificativa, ou enfáticas de um modo geral. Eis uma lista das mais usadas: além disso – aliás – a saber – assim – bem – com efeito – como dizer - demais – depois – enfim – então – isto é – não – no mais – ora – ou melhor – ou seja – ou antes - igualmente – pensando bem – pois bem - pois sim – por assim dizer – por exemplo – realmente – sim – em suma – note-se bem – finalmente – em verdade – demais, etc.
Use a vírgula antes e depois dessas palavras e expressões, sempre que elas estiverem intercaladas na frase:
● Ele não pode vir, ou melhor, não quis vir.
● Em suma, baile chinfrim. (p.38)
● Diga, então, o que quer.
● A compra do material, a meu ver, é indispensável.
terça-feira, 5 de março de 2013
História da Língua Portuguesa
Português
na História
Curiosamente, o
português surgiu da mesma língua que originou a maioria dos idiomas europeus e
asiáticos. Com as inúmeras migrações entre os continentes, a língua inicial
existente acabou subdividida em cinco ramos: o helênico, de onde veio o idioma
grego; o românico, que originou o português, o italiano, o francês e uma série
de outras línguas denominadas latinas; o germânico, de onde surgiram o inglês e
o alemão; e finalmente o céltico, que deu origem aos idiomas irlandês e
gaélico. O ramo eslavo, que é o quinto, deu origem a outras diversas línguas
atualmente faladas na Europa Oriental.
O latim era a língua
oficial do antigo Império Romano e possuía duas formas: o latim clássico, que
era empregado pelas pessoas cultas e pela classe dominante (poetas, filósofos,
senadores, etc.), e o latim vulgar, que era a língua utilizada pelas pessoas do
povo. O português originou-se do latim vulgar, que foi introduzido na península
Ibérica pelos conquistadores romanos. Damos o nome de neolatinas às línguas
modernas que provêm do latim vulgar. No caso da Península Ibérica, podemos
citar o catalão, o castelhano e o galego-português, do qual resultou a língua
portuguesa.
O domínio cultural e
político dos romanos na península Ibérica impôs sua língua, que, entretanto,
mesclou-se com os substratos lingüísticos lá existentes, dando origem a vários
dialetos, genericamente chamados romanços (do latim romanice, que significa
"falar à maneira dos romanos"). Esses dialetos foram, com o tempo,
modificando-se, até constituirem novas línguas. Quando os germânicos, e
posteriormente os árabes, invadiram a Península, a língua sofreu algumas
modificações, porém o idioma falado pelos invasores nunca conseguiu se
estabelecer totalmente.
Somente no século XI,
quando os cristãos expulsaram os árabes da península, o galego-português passou
a ser falado e escrito na Lusitânia, onde também surgiram dialetos originados
pelo contato do árabe com o latim. O galego-português, derivado do romanço, era
um falar geograficamente limitado a toda a faixa ocidental da Península,
correspondendo aos atuais territórios da Galiza e de Portugal. Em meados do
século XIV, evidenciaram-se os falares do sul, notadamente da região de Lisboa.
Assim, as diferenças entre o galego e o português começaram a se acentuar.
A consolidação de autonomia política, seguida da dilatação do império luso
consagrou o português como língua oficial da nação. Enquanto isso, o galego se
estabeleceu como uma língua variante do espanhol, que ainda é falada na
Galícia, situada na região norte da Espanha.
As grandes
navegações, a partir do século XV d.C. ampliaram os domínios de Portugal e
levaram a Língua Portuguesa às novas terras da África (Angola, Moçambique,
Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe), ilhas próximas da costa africana (Açores,
Madeira), Ásia (Macau, Goa, Damão, Diu), Oceania (Timor) e América (Brasil).
A Evolução da Língua
Portuguesa
Destacam-se alguns
períodos:
1)
Fase Proto-histórica
Compreende o período anterior ao século XII,
com textos escritos em latim bárbaro (modalidade usada apenas em documentos,
por esta razão também denominada de latim tabeliônico).
2) Fase do Português Arcaico
Do século XII ao século XVI, compreendendo
dois períodos distintos:
a) do século XII ao XIV, com textos em
galego-português;
b) do século XIV ao XVI, com a separação
entre o galego e o português.
3) Fase do Português Moderno
Inicia-se a partir do século XVI, quando a
língua se uniformiza, adquirindo as características do português atual. A
literatura renascentista portuguesa, notadamente produzida por Camões,
desempenhou papel fundamental nesse processo de uniformização. Em 1536, o padre
Fernão de Oliveira publicou a primeira gramática de Língua Portuguesa, a
"Grammatica de Lingoagem Portuguesa". Seu estilo baseava-se no
conceito clássico de gramática, entendida como "arte de falar e escrever
corretamente".
Fonte: Grupo Escolar
sábado, 16 de fevereiro de 2013
IDIOMATERNO
Olá pessoal,
Este vídeo é uma pérola. É uma pérola porque além de ter sido produzido pelo Museu da Língua Portuguesa - SP, tem a narração de Fernanda Montenegro e é muito explicativo.
Assistamos!
http://www.youtube.com/watch?v=v-R5B9NDmak
Este vídeo é uma pérola. É uma pérola porque além de ter sido produzido pelo Museu da Língua Portuguesa - SP, tem a narração de Fernanda Montenegro e é muito explicativo.
Assistamos!
http://www.youtube.com/watch?v=v-R5B9NDmak
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- A linha que nunca termina: a língua. Como discuti-la, sendo ela uma complexa teia de linhas infindáveis? Será possível à filosofia e às ciências compreenderem o maior e mais poderoso instrumento já criado pela humanidade? Na tentativa de participar desse diálogo, comente, diga, pense, problematize, entre em convulsão com a língua, não acredite nela, desconfie das palavras, atravessando a maré de discursos, encontre a sua própria margem!


