quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Mulher no Exército

História da Mulher no Exército

Hino do QCO

Canção do Quadro Complementar de Oficiais do Exército Brasileiro
No acaso de outras guerras
Verdes campos, vastas terras
Hoje venho ressaltar
Bravo que não se olvida
O QCO dá sua vida
Pelo progresso a trilhar

Brilha a nossa História
QCO, vela essa glória
Reflete o passado que se viu
Desempenha a sua missão
Por amor a essa Nação
Homens e mulheres do Brasil

Com afinco e prudência
Somos das letras, das ciências
Prontos a assessorar
Nossa força é nosso brio
Ao construir um país
Somando formas de lutar
Brilha a nossa História
QCO, vela essa glória
Reflete o passado que se viu
Desempenha a sua missão
Por amor a essa Nação
Homens e mulheres do Brasil.

(assobio - 1ª estrofe)

Brilha a nossa História
QCO, vela essa glória
Reflete o passado que se viu
Desempenha a sua missão
Por amor a essa Nação
Homens e mulheres do Brasil.

Maria Quitéria, Patrona do QCO

Pessoal, esse texto é só uma descrição da vida de Maria Quitéria. Não são as datas o mais importante, e sim os fatos. Por isso, sugiro que façam a leituras recomendadas nos links abaixo do texto. 

QUANDO TUDO ACONTECEU...
1792: Ano provável do nascimento de Maria Quitéria de Jesus Medeiros na Comarca de Nossa Senhora do Rosário do Porto de Cachoeira (Feira de Santana), Bahia, Brasil. - 1807: Primeira invasão francesa em Portugal, comandada por Junot; em fuga, a família real e a corte portuguesa embarcam para o Brasil. - 1808: O príncipe-regente (futuro D. João VI) decreta a abertura dos portos brasileiros a todas as nações amigas. - 1816: D. João VI eleva o Brasil à condição de Reino Unido ao de Portugal; o Brasil deixa, portanto, de ser uma colônia. - 1820: Revolução liberal no Porto e levantamento em Lisboa. Estes acontecimentos refletem-se no Brasil, cindindo a sociedade em dois blocos inconciliáveis: um é integrado por portugueses e brasileiros constitucionalistas, também por brasileiros independentistas; outro é integrado por militares e dignitários portugueses, conservadores que ambicionam ver o Brasil regredir à condição de colônia. - 1821: Em 26 de Abril D. João VI regressa a Portugal, onde os revolucionários liberais exigem a sua presença; no Rio de Janeiro, como príncipe-regente, fica o seu filho D. Pedro. - 1822: Disfarçada de homem, Maria Quitéria alista-se como soldado voluntário. Em Julho, uma canhoneira portuguesa, fundeada na barra do Paraguaçu, alveja a cidade de Cachoeira, reduto dos independentistas baianos. D. João VI exige que o filho regresse imediatamente a Portugal; contrariando as ordens do pai, D. Pedro fica e a 7 de Setembro dá o chamado grito do Ipiranga, Independência ou Morte! A 12 de Outubro é aclamado Imperador do Brasil, com o título de D. Pedro I. - 1823: A 2 de Julho, na Bahia, as forças independentistas batem definitivamente as tropas portuguesas comandadas pelo general Madeira de Melo. Maria Quitéria é a mais louvada heroína destas guerras pela independência do Brasil. - 1825: Por mediação da Inglaterra, a 29 de Agosto Portugal reconhece oficialmente a independência do Brasil. - 1853 (?): Maria Quitéria morre nas imediações de Salvador.

Texto complementar interessante:
http://www.vidaslusofonas.ptmaria_quiteria.htm


http://educacao.uol.com.br/biografias/maria-quiteria.jhtm









 












terça-feira, 20 de setembro de 2011

Pai

Pai

Pai, palavra pequena, 
mas o significado não cabe em um poema.
Pessoa que cuida, ama, ajuda a viver, 
E deste jeito, não vou te esquecer.

Pai, meu amor por você não dá para calcular,
Falou alto, para não me esquecer,
Palavras ditas, para certamente me educar,
e também para me amadurecer.

Acabando este poema,
Eu não sei o que falar,
mas por tuque você já fez,
só me resta te amar.

Aluno: SALES, 2366 T. 104

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Vírgula: vídeo interessante.

Vídeo-aula sobre o uso da vírgula. Vale a pena conferir.

http://www.youtube.com/watch?v=_PEgGA0muDc&feature=player_embedded

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