sábado, 4 de fevereiro de 2012

Desestabilizar-se

A curiosidade é mais importante do que o conhecimento." Albert Einstein

Se a sua vida fosse um livro, quantos capítulos já teria escrito nele? O quanto de conhecimento verdadeiro já produziu para ser uma pessoa mais esclarecida, mais cidadã?
O homem sem curiosidade pouco faz, pouco planta, pouco busca. Satisfaz-se com o pouco conhecimento que possui e, por isso, corre o risco de passar pela vida com uma mala pequena, fabricando um livro de um só capítulo, carregando consigo apenas o que lhe é essencial para sobreviver.  Conforma-se com o que ouve, não questiona o que lhe é transmitido, nem o que vê e vivencia. A curiosidade faz com que questionemos o que é tido como óbvio, que neguemos nosso conhecimento em busca de um novo olhar. É a curiosidade também que abastece a produção do conhecimento através das perguntas. As perguntas nos conduzem a um novo entendimento das coisas. Toda grande descoberta tem começado por uma pergunta. Isaac Newton, por exemplo, é tido como um dos maiores marcos para a história da ciência, pelo fato de questionar as coisas que estavam ao seu redor, não se conformando com explicações baseadas em superstições. É com uma pergunta que um novo conceito na educação pode iniciar-se. É aqui onde começa o conceito de liberdade. Liberdade para pensar, para agir e para modificar-se. Guimarães Rosa diz que o mais bonito do mundo é isto: que as pessoas ainda não foram terminadas; estão sempre mudando. Portanto, nesse início de ano letivo é importante que todos tenhamos curiosidade para pensar as coisas de um novo jeito, mudar nossos conceitos e compreender que eles nunca estarão completos, tal como as pessoas que os pensam. Acreditar que o conhecimento construído é estável e suficiente é o mesmo que fadar-nos à profunda ignorância. 

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Avanço regressivo?

No final do século XX, uma empresa americana descobriu uma forma de envio de dados por meio de uma rede de computadores conectados entre si. Em menos de 20 anos essa tecnologia se tornou o meio de comunicação mais próspero e mais usado no mundo. De fato, a internet facilita a troca de informações e as interações sociais, mas que males ela carrega?
O ser humano tem a privilegiada capacidade de criar e modificar para seu maior conforto, e isso nos distingue dos demais animais. Nos primórdios, a única forma de comunicação e troca de informações era a linguagem corporal e depois a oral. Movidos pela necessidade de se comunicar ou em caso de ausência, as primeiras formas de escrita atingiram os povos. Evoluímos para cartas, código Mourse, telegrama, telefones, etc, por necessidade. E sempre que uma nova tecnologia nos atingia, os impactos e a negatividade inicial eram superados rapidamente. Provavelmente nossos avóscomentavam ou escutavam coisas do tipo "televisão faz mal", e hoje todos temos, no mínimo, um televisor em casa, e isto é extremamente normal. Com o telefone, os telegramas e cartas se tornaram simples artigos de museu, e isso se chama AVANÇO.
Temer que a internet acabe com os livros é tolice, eles tiveram e sempre terão sua importância, mesmo que seja como peça de museu, pois nossa distinta capacidade de buscar o conforto nos traz novas tecnologias, que devem ser aproveitadas sempre visando o avanço.

Aluno Preznhuck

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Mulher no Exército

História da Mulher no Exército

Hino do QCO

Canção do Quadro Complementar de Oficiais do Exército Brasileiro
No acaso de outras guerras
Verdes campos, vastas terras
Hoje venho ressaltar
Bravo que não se olvida
O QCO dá sua vida
Pelo progresso a trilhar

Brilha a nossa História
QCO, vela essa glória
Reflete o passado que se viu
Desempenha a sua missão
Por amor a essa Nação
Homens e mulheres do Brasil

Com afinco e prudência
Somos das letras, das ciências
Prontos a assessorar
Nossa força é nosso brio
Ao construir um país
Somando formas de lutar
Brilha a nossa História
QCO, vela essa glória
Reflete o passado que se viu
Desempenha a sua missão
Por amor a essa Nação
Homens e mulheres do Brasil.

(assobio - 1ª estrofe)

Brilha a nossa História
QCO, vela essa glória
Reflete o passado que se viu
Desempenha a sua missão
Por amor a essa Nação
Homens e mulheres do Brasil.

Maria Quitéria, Patrona do QCO

Pessoal, esse texto é só uma descrição da vida de Maria Quitéria. Não são as datas o mais importante, e sim os fatos. Por isso, sugiro que façam a leituras recomendadas nos links abaixo do texto. 

QUANDO TUDO ACONTECEU...
1792: Ano provável do nascimento de Maria Quitéria de Jesus Medeiros na Comarca de Nossa Senhora do Rosário do Porto de Cachoeira (Feira de Santana), Bahia, Brasil. - 1807: Primeira invasão francesa em Portugal, comandada por Junot; em fuga, a família real e a corte portuguesa embarcam para o Brasil. - 1808: O príncipe-regente (futuro D. João VI) decreta a abertura dos portos brasileiros a todas as nações amigas. - 1816: D. João VI eleva o Brasil à condição de Reino Unido ao de Portugal; o Brasil deixa, portanto, de ser uma colônia. - 1820: Revolução liberal no Porto e levantamento em Lisboa. Estes acontecimentos refletem-se no Brasil, cindindo a sociedade em dois blocos inconciliáveis: um é integrado por portugueses e brasileiros constitucionalistas, também por brasileiros independentistas; outro é integrado por militares e dignitários portugueses, conservadores que ambicionam ver o Brasil regredir à condição de colônia. - 1821: Em 26 de Abril D. João VI regressa a Portugal, onde os revolucionários liberais exigem a sua presença; no Rio de Janeiro, como príncipe-regente, fica o seu filho D. Pedro. - 1822: Disfarçada de homem, Maria Quitéria alista-se como soldado voluntário. Em Julho, uma canhoneira portuguesa, fundeada na barra do Paraguaçu, alveja a cidade de Cachoeira, reduto dos independentistas baianos. D. João VI exige que o filho regresse imediatamente a Portugal; contrariando as ordens do pai, D. Pedro fica e a 7 de Setembro dá o chamado grito do Ipiranga, Independência ou Morte! A 12 de Outubro é aclamado Imperador do Brasil, com o título de D. Pedro I. - 1823: A 2 de Julho, na Bahia, as forças independentistas batem definitivamente as tropas portuguesas comandadas pelo general Madeira de Melo. Maria Quitéria é a mais louvada heroína destas guerras pela independência do Brasil. - 1825: Por mediação da Inglaterra, a 29 de Agosto Portugal reconhece oficialmente a independência do Brasil. - 1853 (?): Maria Quitéria morre nas imediações de Salvador.

Texto complementar interessante:
http://www.vidaslusofonas.ptmaria_quiteria.htm


http://educacao.uol.com.br/biografias/maria-quiteria.jhtm









 












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